Terminou com polémica o encontro entre SC Braga e Benfica. No final, empate a dois golos, que não parece ter agradado a nenhuma das partes, até porque a partida teve muitas incidências, com vários golos anulados, pedidos de anulamento e de penáltis.
No final do jogo, Rui Costa, do Benfica, e António Salvador, do SC Braga, queixaram-se da arbitragem. No caso do presidente do Benfica, o problema foi o golo anulado a Samuel Dahl, que na altura daria o 2-3 ao Benfica, mas que foi prontamente anulado por falta de Ríos, na sequência da jogada, decisão muito contestada pelo Benfica.
“É a mesma leitura [de António Salvador sobre o jogo]. Um bom jogo de futebol, duas boas equipas, primeira parte do SC Braga, a segunda do Benfica. Fica um golo anulado que está para ser explicado e não consigo encontrar explicações. O 3-2 a que Mourinho se refere é de um lance que não nos parece em nada falta. Mas é o que é. Deixámos aqui mais dois pontos, quando aquele golo, que nos poderia ter dado a vitória, é um golo limpo”, disse Rui Costa, que foi confrontado com as declarações de Salvador, sobre o facto de Tiago Martins, no VAR, não ter condições para apitar jogos do Benfica, depois de toda a polémica da final da Taça de Portugal. Rui Costa concordou, apesar da reclamação ser oposta.
“Estamos de acordo. O último jogo que tinha feito era o da Taça de Portugal e ver esta falta e não ter visto o que se passou na final da Taça de Portugal… Estamos de acordo. Estamos exatamente de acordo. O Sp. Braga tem direito de se lamentar daquilo que entender, eu estou aqui na condição de presidente do Benfica. Fica um golo limpo, completamente limpo, e que acabou por ser anulado de forma inacreditável. O Benfica vai continuar a questionar o que se tem passado no futebol português e certos árbitros que tal como António Salvador disse, e bem, porque me ajudou a fazer essa leitura”, apontou Rui Costa.
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