Continuam as diligências em redor do aparecimento de um corpo na Praia do Sul, na Nazaré, havendo essa possibilidade de se tratar de Maycon Douglas, o jovem que desapareceu na manhã de 31 de dezembro.
Pelo aparato policial, Tânia Laranjo não tem dúvidas que as autoridades suspeitam de um crime. Depois, logo se confirmará se se trata ou nao de Maycon. Tudo passos de investigação, que estão a ser analisados por Tânia Laranjo, na CMTV.
“A Polícia Judiciária, para estar aqui e para ter a investigação (…) tem que haver uma possibilidade de haver um homicídio, porque é isso que leva a que o crime seja da competência da Polícia Judiciária. Ainda que depois possa apurar que não é, mas tem de partir do pressuposto de um homicídio, portanto, não podemos partir do pressuposto de um suicídio, porque senão a Polícia Judiciária não estava à lista, é factual. O processo-lato está catalogado, já tem o número, e é catalogado como possível homicídio”, disse a jornalista da CMTV, ao início da tarde desta quarta-feira.
“A autópsia é fundamental, a autópsia dirá, por exemplo, se ele entra na água morto, se ele morre por afogamento (…) se ele entra na água morto, a probabilidade de haver uma intervenção de terceiros é muito maior. Se ele foi… se ele tem lesões, em que circunstâncias ele morre.
O corpo é fundamental (…) porque o corpo vai contar uma história, vai contar o que é que aconteceu a Maycon, se ele entrou vivo, se ele morre afogado, se ele se tentou salvar. A PSP chama a Polícia Judiciária, porque suspeita que não é um desaparecimento voluntário, e tem que haver suspeitas de intervenção de terceiros. (…) Nesta primeira fase, estamos em cima de uma investigação de homicídio, claramente”, garantiu a experiente jornalista da CMTV, Tânia Laranjo.
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