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Depressão Marta chega a Portugal este fim de semana

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Prevê-se a partir de sexta-feira a probabilidade de chuvas muito intensas e rajadas severas. O auge da depressão está previsto para sábado, sendo que no domingo, dia de eleições presidenciais, espera-se uma “trégua” climatérica.

Depois de Kristin e Leonardo, Portugal prepara-se para receber a depressão Marta no próximo fim de semana, com a probabilidade não só de chuvas muito intensas, como também de rajadas severas, em dois momentos, na manhã mais a Sul, e para a tarde mais a Norte. O verdadeiro ‘perigo’ está previsto para sábado, sendo que no domingo, dia de ato eleitoral, espera-se uma “trégua” climatérica.

Depois dos efeitos das depressões Kristin e Leonardo, as chuvas devem prolongar-se até domingo, dia 8, mantendo o risco de cheias e inundações. Na sexta-feira o dia será influenciado por uma massa de ar polar, que traz aguaceiros frequentes, por vezes fortes, com possibilidade de granizo e trovoadas, sobretudo nas regiões Norte e Centro. Quanto à neve, esta deverá cair acima dos 800 a 1000 metros, podendo acumular mais de 25 centímetros nas serras e provocar constrangimentos rodoviários. Já o vento será moderado, com rajadas até 60 km/h, e as temperaturas descem, com mínimas entre 2 e 6 ºC no interior e máximas que, em geral, não deverão ultrapassar os 14 graus. Relativamente ao mar, continuará muito agitado, com ondulação elevada na costa ocidental.

Para sábado, na bacia do Tejo, sobretudo na Margem Sul, aplicando-se também à Área Metropolitana de Lisboa, existe uma “situação que se agrava”. A garantia é dada por Duarte Costa, especialista em alterações climáticas, apesar do abrandamento das chuvas, o “problema” existente está na hidrologia, uma vez que as barragens em descargas em Portugal e em Espanha não aguentam a quantidade de água existente, prevê-se uma “situação de prever e de acautelar o pior”.

Também para o Alentejo Litoral, Alto Alentejo e Algarve o especialista antevê uma “situação preocupante”, em concreto no território alentejano, por ser uma área que “não está habituada a tanta chuva”.

Em comunicado, o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) explica que se prevê que os maiores valores acumulados de precipitação ocorram a sul do rio Tejo, incluindo a região da grande Lisboa, sendo mais prováveis no Alentejo e nas serras algarvias, com acumulados da ordem de 60 mm (litros/m2) em 24 horas, o que “contribuirá para uma nova subida dos caudais dos rios e ribeiras destas áreas”.

               

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