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A resposta do ano perante: “Sem André Ventura, o Chega é reduzido à quinta força política”

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Na edição do programa Linhas Vermelhas, da SIC Notícias, após a eleição de António José Seguro como presidente da República, os comentadores afetos aos partidos que apoiaram dos dois candidatos nesta segunda volta, Miguel Prata Roque, do PS, e Cristina Rodrigues, do Chega, acabaram, sem estranheza, por entrar em algumas picardias.

“Sem André Ventura, o Chega é reduzido à quinta força política”, picou Miguel Prata Roque, com a ex-deputada do PAN a responder com factos: “O Chega tem 60 deputados, está legitimamente representado na Assembleia da República”.

Porém, Miguel Prata Roque acredita que esse número de deputados se deve “à força do seu líder”, chegando mesmo a falar em seguidismo no partido. “E qual é o problema?”, quis saber Cristina Rodrigues, sobre o facto de terem, então, um líder forte.

“O problema é que nós vivemos numa democracia e numa democracia deve haver limitação no poder. Eu só gostava de ver listas adversárias no Chega. Quando o Chega tiver eleições disputadas, aí eu aceito essa democracia liberal. No PS, nós temos pluralismo há 52 anos”, afirmou Miguel Prata Roque, a reiterar essa convicção de que o Chega é um partido de um homem só e que, não fora o líder André Ventura, a força do mesmo, acabaria por se esvair.

“Efetivamente, o André Ventura tem um grande consenso dentro do próprio partido. E acho que isso é bom para o partido e é bom para ele. Agora, compará-lo ao líder da Coreia do Norte, é só ridículo. Nem sequer chega a ser ofensivo, de tão ridículo que é”, disse Cristina Rodrigues, com Miguel Prata Roque a negar ter afirmado isso.

“Como o Miguel bem sabe, um regime presidencial ou semipresidencial, ou o que seja, não muda porque o Presidente da República decide mudar. Segundo a Constituição da República Portuguesa, as competências do Presidente da República estão perfeitamente enquadradas.

E é a Assembleia da República que é responsável por uma alteração à Constituição. Uma alteração que exige dois terços do Parlamento. E, portanto, a eleição ou esse fantasma que queriam lançar, que agora já está obviamente resolvido, não tinha sentido nenhum. Era só mesmo isso, um fantasma, para meter medo nos eleitores”, concluiu Cristina Rodrigues.

               

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