A1 colapsa após rebentamento de dique em CoimbraRuiu parte da maior auto-estrada do país, que liga Porto a Lisboa. Coimbra estava a preparar-se para o pior, com os caudais do Mondego a ameaçarem rebentar os diques, incapazes de suster a força das águas. Cerca de 3.000 pessoas, já tinham sido evacuadas, quando ao final da tarde desta quarta-feira, 11 de fevereiro, rompeu um dos diques do Mondego, concretamente na margem direita do Rio Mondego, nos Casais, Coimbra, junto ao viaduto da autoestrada número 1 (A1).Por essa razão, a A1 foi imediatamente cortada nos dois sentidos, ao quilómetro 191. E só isso impediu tragédias maiores, porque horas depois, o viaduto ruiu mesmo.De acordo com fonte da Proteção Civil, o desabamento aconteceu ao quilómetro 191,2. Numa altura em que ainda se teme que mais diques possam rebentar, o ministro das Infraestruturas, Miguel Pinto Luz, garantiu, desde já, “uma mobilização máxima do ministério das Infraestruturas”, disponibilizando “todos os meios para restabelecer a normalidade o mais rapidamente possível”. Ana Abrunhosa, presidente da Câmara de Coimbra, também já garantiu que as autoridades no terreno “estão conscientes de que o risco continua a existir”, e que continuam em permanência a acompanhar todos os possíveis eventos, com essa prioridade absoluta de salvaguardar as pessoas, retirando-as das suas casas, em risco, e colocando-as em segurança, seja junto de familiares ou em centros de abrigo.

Discussion about this post