Pode haver aqui um volte-face no caso da deportação de Mariana Fonseca, a enfermeira portuguesa que foi condenada a 23 anos de cadeia pela morte, com a namorada, do engenheiro informático Diogo Gonçalves, em 2020.
Mariana tinha mandados internacionais à sua procura e foi encontrada a trabalhar num Café na Indonésia. A jovem tinha sido ilibada pela Justiça, mas foi mais tarde considerada culpada pela morte do amigo, mais tarde, e condenada a uma pena de 23 anos. Por essa altura, já se tinha colocado em fuga e foi agora encontrada na Indonésia, país com o qual Portugal não tem acordos, no sentido de uma deportação direta.
Ora, como está legal no país, poderá não ser assim tão fácil a sua extradição para Portugal, onde é aguardada na cadeia de Tires para cumprir a pena pela morte de Diogo Gonçalves.
Por estar legal, Mariana não vai ser deportada e vai, sim, ser presente a juiz, na Indonésia, quanto a este homicídio cometido no Algarve e poderá vir a ser deportada. No entanto, isso já vai depender da Justiça indonésia, num processo que poderá demorar anos, segundo o jornal Correio da Manhã.
Mariana Fonseca, em 2020, com a então namorada, Maria Malveiro, drogaram, asfixiaram e mataram o engenheiro informático Diogo Gonçalves, para ficarem com 70 mil euros que este tinha recebido. Desmembraram o corpo, e atiraram as partes em sacos de uma arriba em Sagres. Mariana foi, no entanto, inicialmente ilibada e Maria condenada, vindo a suicidar-se meses depois, na cadeia.
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