O avô paterno de Lara ainda viu a menina uma última vez, na manhã de quarta-feira, 17 de junho, momentos antes de ser brutalmente assassinada pela madrasta, Eulália Silva.
O homem estava no Centro de Saúde de Carrazedo de Montenegro, quando a menina passou no autocarro para a escola e acenou sorridente ao avô, que agora confessa. Foi a última vez que o homem viu a neta de 8 anos, cujo homicídio está a chocar o país.
Portanto, a menina ainda foi para a escola, mas a madrasta terá seguido o autocarro com a sua viatura, tendo levado a menina, e depois aqui, o jornal Correio da Manhã expõe duas versões. Algumas pessoas terão afirmado que Eulália terá dito na escola que Lara tinha uma consulta médica, outros dizem que convenceu a menina a sair, porque tinha um “lanchinho”.
Eulália Silva assumiu ter assassinado a menina, por vingança contra o companheiro, o pai da criança, por estar farta da relação.
O cadáver da menina foi encontrado mais tarde, pela polícia, após ter sido dado o alerta para o seu desaparecimento, com a madrasta a ser imediatamente detida. Deverá ser acusada dos crimes de homicídio qualificado e profanação de cadáver.
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