David Martins, diretor da Polícia Judiciária de Vila Real, recordou o momento em que encontrou o corpo da pequena Lara.
O homicídio de Lara, a menina de apenas 8 anos encontrada sem vida em Valpaços, continua a chocar Portugal. Foi morta às mãos da madrasta, Eulália, que acabou por confessar o crime à Polícia Judiciária (PJ). A mulher está neste momento no primeiro interrogatório judicial para conhecer as medidas de coação.
David Martins, diretor da Polícia Judiciária de Vila Real, esteve na CMTV e explicou como as autoridades chegaram à suspeita da madrasta e como decorreram as buscas pela criança.
Desaparecimento de Lara mobilizou autoridades durante horas
Segundo explicou o responsável da PJ, o alerta para o desaparecimento da menina foi dado pelo pai durante a tarde de quarta-feira, 17 de junho. A partir desse momento, foram imediatamente desencadeadas diligências para tentar localizar a criança.
“Foi muito complicado quando vimos. Em situações de homicídio as pessoas têm uma reação normal porque já estão habituadas (…) quando é uma criança é muito complicado quando a localizamos”.
Ainda durante a noite, os investigadores conseguiram localizar a madrasta, iniciando uma série de diligências que acabariam por conduzir à confissão do crime.
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