Ficou em prisão preventiva, Eulália, acusada pelos crimes de homicídio e profanação de cadáver da enteada, Lara, de 8 anos. A mulher foi buscar a menina à escola, na quarta-feira, 17 de junho de manhã, e levou-a para a serra da Padrela, em Vila Pouca de Aguiar, onde a matou e abandonou lá o seu corpo jazido.
Foi na madrugada seguinte que o corpo da menina foi localizado pela Polícia Judiciária, com a madrasta a participar nas buscas e a confessar o crime. Foi detida e assim continuará, preventivamente, até ao julgamento.
Perante a juiz, nesta sexta-feira, a mulher sugeriu ter ouvido vozes, que a conduziram a este desfecho trágico. “Não era eu que estava a matar a Lara, nunca fui eu que fiz isto”, disse a suspeita no Tribunal de Vila Pouca de Aguiar.
A mulher também terá demonstrado arrependimento, além de ter chorado em Tribunal. Falou ainda sobre sofrer de violência doméstica às mãos de Carlos, o pai de Lara, que também maltrataria o filho desta, o rapaz de 12 anos, institucionalizado, por comportamentos violentos.
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