A entrada na nova edição especial do reality show da TVI esconde custos inesperados para os participantes, contrariando a imagem de total financiamento associada ao formato. A denúncia foi feita publicamente pela veterana Érica Silva, que revelou a obrigatoriedade de os concorrentes assumirem as despesas com os rastreios de saúde exigidos pela produção para validar a entrada no programa.
Segundo a concorrente madeirense, o processo de triagem clínica prévia incluiu uma bateria de exames médicos obrigatórios. No entanto, os custos associados a estes diagnósticos não foram cobertos pela estação de Queluz de Baixo, tendo a concorrente sido obrigada a pagar 170 euros do próprio bolso para garantir o seu lugar na gala de estreia.
Em entrevista, Érica Silva, disse que “nem da primeira vez fiz tantos testes. Até da clamídia fizemos. Paguei 170 euros por esse exame e se não fizesse não entrava. Fizemos também do HIV, hepatites e despiste de drogas, fizemos tudo. Nunca fiz análises tão detalhadas, mesmo em 2024 não foram tão detalhadas. Eles estão a ter mais atenção relativamente isso”.
Esta exigência financeira gera surpresa nos bastidores, uma vez que surge numa altura em que a TVI está a investir fortemente nesta edição, oferecendo contratos de exclusividade e cachets semanais elevados para segurar as figuras mais mediáticas do universo dos reality shows. Contudo, as normas internas ditam que estes encargos logísticos e de saúde iniciais fiquem sob a estrita responsabilidade financeira dos próprios participantes.
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