Portugal está hoje de luto pela perda de uma das suas maiores referências culturais. Jorge Palma, o icónico cantor, compositor e pianista lisboeta, faleceu na noite desta segunda-feira, 21 de setembro, aos 76 anos, na sequência de uma paragem cardiorrespiratória.
O anúncio do seu falecimento foi efetuado na passada noite através de um comunicado conjunto emitido pela família e pela agência do artista nas redes sociais oficiais. No texto assinado pela sua mulher, Rita Tomé, pelos seus filhos, Vicente e Francisco Palma, e pelos seus managers, André Sebastião e Tiago Branco, pode ler-se:
“É com profundo pesar e consternação que a família e agência de Jorge Palma informam a sua morte, ocorrida esta segunda-feira à noite, aos 76 anos, vítima de uma paragem cardiorrespiratória.
Jorge Palma contava com mais de 50 anos de uma prestigiada carreira artística. O músico, com sólida formação clássica em piano, cruzou géneros desde o fado ao rock e à música popular, criando algumas das melodias mais indissociáveis da história da canção lusófona. Deixa mais de uma dezena de álbuns de originais e uma herança recheada de hinos intergeracionais como “Encosta-te a Mim”, “Frágil” ou “Deixa-me Rir”.
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