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Há novos detalhes sobre o acidente que matou Diogo Jota e André Silva

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O acidente que matou Diogo Jota e o seu irmão André Silva, a 3 de julho de 2025, foi alvo de uma investigação que concluiu que não houve qualquer indício de responsabilidade criminal.

Já são conhecidas mais informações acerca do acidente de viação que matou o antigo internacional português Diogo Jota e o seu irmão André Silva. De acordo com a decisão de um tribunal espanhol nesta sexta-feira, não há qualquer tipo de indícios de responsabilidade criminal.

Depois de ter feito uma investigação e análise das provas recolhidas no local do acidente, foi decidido que um processo-crime iria ser arquivado.

“O Tribunal de Primeira Instância de Puebla de Sanabria arquivou o caso em novembro passado, após avaliar as provas documentais do processo e, em particular, os relatórios periciais emitidos pela Unidade de Trânsito da Guardia Civil”, revela o The Athletic, sob fonte do Tribunal Superior de Justiça de Castilla y Leon.

“O arquivamento do processo penal não impede a possibilidade de as partes afetadas intentarem uma ação cívil para reclamar o que considerem apropriado”, concluiu.

A investigação também revelou que o Lamborghini em que os dois irmãos circulavam sofreu um acidente devido ao excesso de velocidade enquanto ultrapassavam outro veículo.

Diogo Jota, recorde-se, morreu no passado dia 3 de julho de 2025, aos 28 anos de idade, na sequência de um aparatoso acidente de viação, na A52, em Cernadilla, Zamora, em Espanha, quando o rebentamento de um pneu levou a que perdesse o controlo do carro de marca Lamborghini a bordo do qual seguia, que acabou por embater num separador central.

Uma fuga no depósito de combustível levou, alegadamente, a uma explosão, que acabou por provocar a morte, também, do seu irmão mais novo, André Silva, que o acompanhava numa viagem rumo a Santander, onde iria apanhar um ferry rumo ao Reino Unido, para integrar os trabalhos de pré-temporada da equipa principal do Liverpool.

O internacional português (que vinha de um casamento) optou, na altura, por não efetuar esta viagem de avião, por recomendação médica, visto que acabara de ser operado a uma lesão pulmonar.

               

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