A concorrente Érica Silva confessou ter rejeitado a primeira proposta financeira da TVI para integrar o “Big Brother All Stars”, tendo contraposto com as suas próprias exigências. A veterana dos reality shows acabou por ver o seu valor aceite pela produção, garantindo um contrato semanal de quatro dígitos.
Em declarações prestadas antes de entrar na casa, a participante explicou que o convite surgiu no dia 11 de julho, logo após o seu aniversário. Embora tenha demonstrado entusiasmo por ser considerada para esta edição especial, Érica Silva assumiu uma postura firme durante a fase de negociações contratuais com a Endemol.
A concorrente escusou-se a revelar o montante exato acordado, justificando que cada concorrente tem o seu valor e sabe aquilo que vale. No entanto, confirmou que a remuneração semanal atinge os quatro dígitos e sublinhou a importância de se salvaguardar financeiramente, uma vez que a sua participação no programa implica deixar a sua atividade profissional habitual em suspenso.
A par da vertente financeira, a entrada da madeirense na casa mais vigiada do país ficou igualmente marcada por outras exigências contratuais, nomeadamente a obrigatoriedade de manter um contacto semanal com a família devido ao estado de saúde do seu pai.
“Uma das coisas que eu exigi foi ter notícias do meu pai uma vez por semana para saber se está tudo bem. Eu exigi falar com ele. Não sei como é que vão fazer, se vai ser por chamada ou se vão fazer chegar um áudio. Isto porque mais depressa ele me diz as coisas do que ao meu irmão, nem aos médicos. Diz-me a mim. Outra exigência que fiz foi saber tudo o que a pessoa que vai ficar responsável por mim achar por direito que eu deva saber. Da primeira vez que eu entrei correu mal porque o meu melhor amigo faleceu e não me deram a informação porque, no contrato, só falava da família, não dizia mais nada. Tudo o que ele achar importante eu saber, eles têm que me fazer chegar”, explicou Érica.
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