O caso foi estranho desde o início, quando apenas a namorada de Mariana Fonseca foi condenada pelo homicídio de Diogo Gonçalves, em 2020. Enquanto isso, a enfermeira Mariana Fonseca foi acusada mas ilibada em Tribunal.
Juntamente com a então namorada, Maria Malveiro, drogaram, asfixiaram e mataram o engenheiro informático, para ficarem com 70 mil euros que este tinha recebido. Desmembraram o corpo, e atiraram as partes em sacos de uma arriba em Sagres. Mariana foi, então, inicialmente ilibada e Maria condenada, vendo a suicidar-se meses depois, na cadeia.
Por sua vez, esta enfermeira, que tinha sido despedida do Centro Hospitalar do Algarve, ainda veio a ser indemnizada em 30 mil euros, por esse despedimento, alegadamente ilícito.
Certo é que, mais tarde, a decisão foi revertida e Mariana foi mesmo condenada a 23 anos de prisão pelo homicídio do engenheiro informático. No entanto, já teria fugido há cinco meses, quando foi possível a emissão de mandados de captura internacionais, só em novembro passado. Entretanto, Interpol, autoridades europeias e britânicas procuram pela jovem de 29 anos, cujo paradeiro se desconhece.
De acordo com a SIC, a Polícia Judiciária terá pedido o mandado de captura, o que foi inicialmente negado pelo Tribunal de Portimão. A juíza terá dito que era competência da GNR e da PSP dar cumprimento à pena de 23 anos de prisão transitada em julgado a 13 de maio, o que não veio a concretizar-se nunca, com a jovem a colocar-se em fuga.
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