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Cristina Ferreira inundada de criticas após entrevista a André Ventura

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Cláudio Ramos confronta Ventura sobre necessidade de mão de obra imigrante

André Ventura voltou aos estúdios da TVI nesta terça-feira, agora para uma entrevista com Cristina Ferreira e Cláudio Ramos, o apresentador que tem sido bastante crítico das ideias e discurso do líder do Chega e, frontal como lhe é hábito, também não mudou a postura neste frente a frente. E foi abordar aqueles temas que fazem a campanha do partido de Ventura, as minorias, nomeadamente, os imigrantes e os ciganos.

Dias depois de ser público que os imigrantes dão lucro de 3 mil milhões à Segurança Social, ou seja, contribuem quatro vezes mais para o sistema, do que aquilo que vão beneficiar, em subsídios e outras ajudas, Cláudio Ramos quis confrontar o candidato à presidência da República com este tema.

Ora, Ventura não recuou e mantém que Portugal não precisa de imigrantes. Portanto, a solução seria aumentar os salários aos portugueses. “Se nós pagarmos melhor aos portugueses, nós precisamos menos de importação de mão de obra”, disse Ventura. Se importamos o Terceiro Mundo, tornamo-nos o Terceiro Mundo. Temos que perceber isso”, disse ainda Ventura, a lembrar que a imigração que Portugal está a receber é, naturalmente, de países mais pobres que Portugal, só assim veem atrativo nesse país.

Por explicar ficou como elevar esses salários para os portugueses, nomeadamente, na chamada mão de obra não qualificada, como construção civil, agricultura ou restauração. Afinal, desde as décadas de 1960/70 que Portugal perde esta mão de obra portuguesa para países como França, Luxemburgo, Suíça, Bélgica, entre outros, precisamente por pagarem o dobro ou o triplo do que se paga em Portugal. Isto numa altura em que Portugal ainda nao recebia tantos imigrantes, como atualmente, nem pouco mais ou menos.

Além destes portugueses continuarem também eles a emigrarem para outros países, pelos salários mais elevados, Ventura chamou outro tema à coação, também este um dos seus favoritos, a dependência do português por subsídios.

Ventura chamou uma “cultura dramática, terrível, de subsidiodependência”, onde jovens saudáveis preferem “estar sem fazer nada em casa” do que trabalhar, criticando a Segurança Social, ou seja, o rendimento social de inserção, que em 2025 beneficiava 174.000 pessoas, o valor mais baixo dos últimos anos. O valor médio atribuído de RSI ronda os 155 € por beneficiário.

Também não falhou o tema da comunidade cigana, com Cláudio Ramos a lembrar que é como tudo, “há ciganos bons e ciganos maus”, dando o seu exemplo pessoal da sua terra, Elvas, com Ventura a salientar: “Se calhar vai ser mais um processo, mas eu vou dizer à mesma, há um padrão de incumprimento de leis na comunidade cigana. Há queixas por todo o lado. comportamentos de agressões, de assaltos, de assédio nas escolas”, disse Ventura, acusando os ciganos de nunca se quererem integrar.

               

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