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Solos portugueses à beira da rutura

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São tempestades atrás de tempestades, chuva e condições climatéricas que vão agravando cada vez mais a situação de muitos portugueses. A zona centro ainda se tenta levantar dos efeitos devastadores da depressão Kristin, mas já chegou a depressão Leonardo, com muita chuva, a deixar o país em nova emergência.

É que as barragens estão cheias, caudais de rios muito elevados e várias zonas submersas ou em risco de ficarem. Já tivemos, nos últimos dias, estradas completamente arrasadas de água, tornando intransitáveis, e localidades isoladas, pelas águas.

Tudo isto tem efeitos que podem ser desoladores, nomeadamente nos solos, que estão, de acordo com o alerta do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), muito próximos da saturação total do solo.

Ou seja, o que tem chovido e o que ainda está previsto chover, nos próximos dias, pode deixar os solos sem oxigénio para as raízes, levando à sua morte e afetando a produção agrícola em vários distritos. O mês de janeiro foi o segundo mês mais chuvoso deste milénio. Em várias localidades, foram registados mais de 300% de chuva do que o normal.

E o mau tempo está para continuar. Esta quinta-feira, todo o país, ilhas incluídas, está sob aviso amarelo ou laranja, por chuva, vento e agitação marítima. Algumas zonas são também afetadas pela neve, a cair acima dos 800 metros em vários distritos.

               

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