Uma carta protagonizada nas redes sociais tornou-se viral.
“Este é o António.
O País está em estado de calamidade até dia 15. Pessoas sem casa. Sem teto. Sem roupa. Sem comida. Sem nada. Vidas destruídas por uma intempérie brutal.
Mas para o António, o drama Nacional não é esse, o problema do António é não mexer nas eleições do dia 8, ou seja, no próximo Domingo.
Milhares de Portugueses estão a dormir na rua, perderam tudo o que tinham, estão a tentar sobreviver, e o António acha que o importante é cumprir o dito calendário eleitoral.
Porque para o António, o tacho vem primeiro. Sempre o tacho, depois as pessoas.
Ora meus amigos, isto diz tudo. Mostra que o António não tem sentido de Estado, não tem empatia e não tem vergonha naquela cara angelical.
Quer ser Presidente a qualquer custo, mesmo que isso signifique virar as costas a quem está a sofrer agora, hoje, neste preciso momento.
Um Presidente assim nunca será um bom Presidente, será apenas e só mais um parasita do sistema a mamar às custas dos contribuintes.
Depois temos o André.
O único que teve responsabilidade, bom senso e humanidade. O único que disse o óbvio “não faz sentido obrigar um País em calamidade a ir votar quando há pessoas que perderam tudo.”
Enquanto uns fazem campanha, o André esteve no terreno. Em contato com as vítimas. A ajudar quem precisa. A lidar com a realidade, não com cartazes e slogans.
Do lado do António, propaganda. Do lado do André, presença. Do lado do António, ambição pessoal. Do lado do André, responsabilidade Nacional.
Esta é a diferença…
O António quer um tacho acima de tudo. O André coloca as pessoas acima das eleições.
No dia em que fores votar, lembra-te disto. Lembra-te de quem virou a cara. E lembra-te de quem esteve ao lado de quem perdeu tudo.
Porque quando o País caiu, só um apareceu. E não, não foi António.
Tenho dito!”
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