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Maria Vieira implacável com Catarina Furtado: “cadeia com ela”

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Ainda a polémica sobre o alegado apelo ao voto de Catarina Furtado, em pleno dia de eleições, que está a ser considerado inquinado. Ou seja, a apresentadora da RTP poderá, na sua mensagem, ter deixado subentender em qual dos candidatos as pessoas deveriam votar, o que constituiria campanha política, proibida em dia de eleições.

“Todo o vosso silêncio será cumplicidade. De um lado temos a possibilidade de votar na democracia, um sistema que em princípio nos protege a todos e a todas, do outro lado a ameaça a essa democracia e que com toda a certeza nos irá prejudicar a todos e a todas”, disse a apresentadora no seu vídeo de apelo ao voto nas redes sociais, o que caiu mal junto de alguns apoiantes do partido Chega, que deduzem que não seria André Ventura, o candidato democrático, a que se refere Catarina Furtado.

Entretanto, a Comissão Nacional de Eleições (CNE)confirmou estar a investigar a situação, após ter recebido uma queixa contra Catarina Furtado. “Recebemos uma queixa, foi analisado e considerado que havia indícios de ser considerada campanha no próprio dia. Como em todos os processos, foi pedido à pessoa visada na queixa a sua posição sobre os factos, no exercício do direito ao contraditório”, explicaram, a revelar ainda que Catarina Furtado revelou não ser essa a intenção do vídeo, que apagou prontamente.

“Por norma, ao recebermos uma queixa, abre-se um processo. Nós recebemos a queixa, foi analisada em plenário, que estava reunido ontem durante o dia das eleições. Foi considerado que havia indícios de poder ser propaganda no próprio dia e, por isso, contactou-se a visada. O resto será depois analisado pelos serviços jurídicos. E poderá vir, mais à frente, um processo para apreciação do plenário, através da Comissão Nacional de Eleições. Em caso de a comissão considerar que é propaganda no dia eleitoral, se considerar que há fortes indícios disso, remete-se para o Ministério Público, que a partir daí tratará do processo. Serão essas duas situações da decisão do plenário, ou arquiva, ou considerando que há indícios e que será necessária uma investigação posterior, envia-se para o Ministério Público competente, que depois a partir daí fará a análise do processo. Podendo ele, também, prosseguir com o processo ou arquivar consoante os factos que lhe foram comunicados”, disse ainda o porta-voz da CNE.

Quem também não deixou de se insurgir contra a polémica, foi Maria Vieira, e no seu estilo mais boçal de sempre, pediu mesmo pena de prisão para Catarina Furtado.

Esta lambisgóia (uma avençada da RTPLIXO e uma das mulheres mais convencidas e irritantes que vegetam na porcaria da televisão) está a ser alvo de um processo por parte da CNE por ter feito propaganda pró-socialista no dia das eleições! Se houver justiça é cadeia com ela”, exige a deputada municipal do Chega e antiga atriz da RTP.

https://x.com/MariaVi19856058/status/2022018431017693619

               

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