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Pedro Henriques nota dois vermelhos por mostrar no Benfica-Real Madrid

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O Real Madrid adiantou-se neste play-off e leva para o jogo da segunda volta, no Santiago Bernabéu, uma vantagem de um golo, após ter vencido por 1-0, na Luz, após um golaço de Vinícius.

No entanto, o jogo acabou ensombrado por uma enorme controvérsia, com o árbitro a interromper a partida e a ativar o protocolo de racismo. Em causa, Vinícius, após o golo, e ainda nesses momentos de celebração, acusou Prestianni de lhe ter chamado de “mono”, ou seja, macaco.

No jogo em si, algumas notas de arbitragem, para lá de toda essa controvérsia, agora devidamente analisadas por Pedro Henriques.

De acordo com o antigo árbitro ficou por expulsar Fede Valverde, ao minuto 83, e Vinícius, dois minutos depois.

“Valverde arma o braço direito e agride com estalo/murro Dahl na cabeça. O árbitro assinalou apenas livre direto, indicação do assistente, mas houve uma conduta violenta, não sancionada. Por ser clara e óbvia deveria ter merecido a intervenção do VAR”, disse Pedro Henriques no jornal A Bola.

https://x.com/centregoals/status/2024039202006982745

“Vinícius, na tentativa de tirar a bola a Richard Ríos, tocou na perna direita armada para rematar do médio colombiano. Falta clara à entrada da área, que corta jogada de perigo, ou seja, ataque prometedor. Segundo amarelo por mostrar”, disse Pedro Henriques, sobre dois jogadores, que ficariam fora do jogo do Bernabéu.

Sobre o momento da polémica, Pedro Henriques analisou também a conduta do árbitro ao mesmo:

“Após o golo de Vinícius Júnior, ao minuto, o jogo esteve interrompido dez minutos, depois da queixa que Vinícius fez de Prestianni, que alegadamente teria proferido palavras de natureza racista. O árbitro, sem ter a certeza da circunstância, não pode expulsar Prestianni, que alegadamente teve esse comportamento, mas o jogo tem de estar parado e demorar até ser recomeçado, para marcar e sinalizar bem essa situação. Em situações nas quais a equipa de arbitragem tenha a certeza de que haja mesmo palavras, sons ou gestos de racismo, tem de seguir o protocolo de combate ao racismo da FIFA que estabelece três passos obrigatórios para árbitros:
1. Paralisação do jogo e aviso no sistema de som;
2. Suspensão temporária da partida com equipas no balneário;
3. Encerramento definitivo do jogo.
O protocolo inclui um gesto específico — braços cruzados no peito — para sinalizar a ocorrência”.

               

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