Foi quentinho o jogo entre Benfica e FC Porto, como já seria de esperar, e com algumas escaramuças, sobretudo do lado de fora do relvado. No jogo, alguns lances mais duros e algumas queixas de arbitragem, nomeadamente do Benfica, que terminou o jogo a pedir um possível penálti, num lance entre Diogo Costa e Pavlidis, já para lá do minuto 98.
Queixaram-se os encarnados que o guarda-redes portista tocou com pé no avançado grego, e que seria motivo para penálti. O lance que poderia ter dado uma reviravolta épica do Benfica, que saiu para o intervalo a perder por 2-0 e chegou ao empate durante o segundo tempo.
João Pinheiro nada assinalou e o VAR também não viu motivo para mais. Ora, Pedro Henriques e Paulo Pereira, antigos árbitros e agora analistas de arbitragem, concordaram com a decisão tomada.
Sem penálti. Diogo Costa, ao tentar defender e agarrar a bola, protege o espaço, dobra o joelho direito na relva e coloca o pé esquerdo no solo; é Pavlidis que, com o pé direito, vai ao contacto contra o pé do 99 portista, provocando o contacto. Não houve rasteira”, disse Pedro Henriques, para o jornal A Bola.
“Tanto Diogo Costa como Pavlidis tentam chegar à bola. O contacto é normal. Não há falta”, considerou Paulo Pereira, para o Jornal de Notícias.
Num outro lance contestado, também um choque entre Diogo Costa e Pavlidis, mas ao minuto 35, o Benfica pediu penálti, porém, Pedro Henriques não viu irregularidade, como João Pinheiro.
“Limpo. Diogo Costa, saltou e, com o punho da sua mão direita, tocou e acertou apenas na bola, de forma clara e muito antes do contacto posterior com o corpo de Vangelis Pavlidis, que também vinha em sentido contrário. Sem infração para penálti”, analisou o antigo árbitro.
Discussion about this post